quarta-feira, 21 de maio de 2014

Jurei que...
como se tivesse força alguma pra jurar.
o que sente? você pulsa, porra. você, dos olhos tristes. onde perdeu sua vida?
Por que a perdeu?


Fadados ao tédio. Nada se extrai de um corpo como o dela.
Um copo. O dela. O cheiro te excita, um gole arde. 
Brutos goles. Brutos toques. Ela é tua.
Mas não é.

Chove forte. Por favor algum estranho segure sua mão.
Segure e faça ir - o contraditorio sempre é mais bonito.
Corra, fuja, e te entenda. 
Te atenda, mas não te ligue.
E ligue, de súbito. 

Surpresa. 



quinta-feira, 8 de maio de 2014

Ah, meu bem...
Já foi...
Já fui!

Dessa história eu te cansei, me cansei e não adianta voltar agora querendo ouvi-la melhor. 
Esperei tanto que desaprendi. Sabia de cor.
Em algum ponto larguei. Em algum ponto, passei a esquecer. 
Em algum ponto, um ponto. Fim do paragrafo. Se a gente tem chance de construir outro, você me diz depois... Eu é que não insisto nessa história mal terminada.